Ano XXXVII – nº 1 – janeiro a março de 2009

Editorial

 

Missão e Conversão

Esta “dobradinha” anda junto. Conversão não se trata de atitude intimista e provisória. É, sim, passagem pela “porta estreita”, para voltar a Deus e à humanidade. Sim, voltar para os dois focos: vertical (= Deus) e horizontal (= humanidade).

Normalmente olhamos mais para cima que para os lados. Ambas as atitudes são focos vitais para a Missão, para o missionário. Ser especialistas na experiência de Deus, mas também apaixonados pela humanidade. Como Deus, tão apaixonado pela sua obra-prima, que mesmo após a queda da humanidade, mantém Sua aliança. Mais que isto, com o envio do Seu Filho, Jesus Cristo, sela a nova, plena e definitiva aliança com a humanidade.

Aproxima-se a Páscoa. Com e na força do Ressuscitado, seguiremos nos caminhos da Missão. Não como no caminho de ida dos discípulos a Emaús, mas no caminho de volta, já contagiados pela força do Senhor vivo, anunciando a Boa-Nova (cf. Lc. 24,1-43).

É desejável que os 140 milhões de católicos do Brasil façamos a passagem de um país de batizados a um país de “discípulos-missionários de Jesus Cristo, para que n’Ele nossos povos tenham vida”.

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