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Com o tema “Por uma Igreja cheia de ímpeto e audácia evangelizadora” e o lema: “Passemos para a outra margem” (Mc 4,35), o Regional Nordeste 3 (Bahia e Sergipe) realizou, nos dias 17 a 19 de outubro, seu 1º Simpósio Missionário.

 

Sou professora apaixonada pela missão de educar. Nasci em Cruzeiro do Sul, no Acre, onde resido e sou casada com Francisco, o Civaldo, com quem tenho três filhos e uma neta. A minha raiz missionária vem dos meus pais, de modo especial da minha mãe. Em 1992, já casada e com filhos, eu e o meu esposo começamos a participar da Pastoral Familiar. Essa Pastoral nos ajudou no fortalecimento matrimonial e familiar.

 

O tráfico infantil vem crescendo a cada ano. As nossas crianças e adolescentes estão sujeitas ao trabalho escravo e/ou à prostituição; forçadas a trabalhar nas carvoarias, nas colheitas, na construção e nos sinaleiros das grandes cidades; obrigadas ao uso e ao tráfico de drogas; e até mesmo usadas por criminosos em roubos e assaltos.

 

No final dos anos sessenta, logo depois do Concílio Vaticano II, o papa Paulo VI, que em 19 de outubro foi inscrito na lista dos Beatos, exortou o “povo cristão” a transformar o Dia Mundial das Missões “expressão de uma evangelização permanente”, recomendando “orações e sacrifícios cotidianos”, a fim de que “a celebração anual do Dia Mundial das Missões” fosse uma “manifestação espontânea daquele espírito”, uma consequência lógica de um desejo já endereçado ao compromisso missionário.

 

Em 2012 quando aportei em Moçambique na África, o ano de 2014 estava tão longe... Dois anos era o tempo planejado para a minha estadia na missão do Projeto Solidário entre o Regional Sul 3 da CNBB (Rio Grande do Sul) e a diocese de Nampula, norte daquele país. Mas 2014 chegou e se aproxima o momento de retornar e assumir uma nova missão no Brasil.

 

A paróquia Santa Inês, diocese de Rio Branco (AC), após a missa no domingo, 19, Dia Mundial das Missões, mobilizou crianças, adolescentes, suas famílias e outros membros da comunidade para uma Pedalada Missionária em algumas ruas próximas à matriz. A iniciativa da coordenadora Zione Nascimento teve total apoio do pároco, padre Valdenio Silva e de muita gente que se envolveu desde a divulgação do evento até a sua organização.

 

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